11 maio 2008

Feliz Dia das Mães

Mães
Paulina Rissatto

O segundo domingo de maio é Dia das Mães, de todas elas. Desde a mais descolada até a mais conservadora. A MÃE, que para cada um é exclusiva, com defeitos e qualidades, a guerreira amada... algumas vezes nem tanto, mais precisamente quando os 'nãos' necessários são ditos, e no entanto, são eles que edificam o crescimento, são eles que amadurecem e fazem já na infância a base sólida do ser humano que começa a desabrochar. Como relação entre mãe e filho é algo inabalável, o aperto no peito passa rápido e num piscar de olhos, o filho se aproxima cheio de carinho e amor pra dar, porque ele tem certeza da devoção extrema que esta coruja inveterada sente por ele.

Mãe e filho, filho e mãe, somente eles se conhecem pelo olhar, pelo sorriso, pelas lágrimas- de amor ou de dor-, pelo cantar mesmo que desafinado, enfim se completam.
Isso é amor, na sua mais infinita concepção, uma definição escondida dentro da alma... permita-se sentir e manifestar.

Uma homenagem a todas as mães.


Feliz Dias das Mães!


10 maio 2008

CDHU apresenta padrão de moradia para pessoas com deficiência

Na abertura da 7ª Feira Internacional de Tecnologia em Reabilitação e Inclusão (Reatech), ocorrida em abril no Centro de Exposições Imigrantes, o secretário de Estado da Habitação e presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), Lair Krähenbühl, falou da i´mplemwntação do padrão arquitetônico para construção de moradias da CDHU, baseado no Desenho Universal.
Dividindo com outras sete secretarias de Estado um estande de 320m² do Governo de São Paulo, a Secretaria da Habitação e a CDHU apresentam a animação de uma planta de imóvel baseado no Desenho Universal. A animação mostra uma pessoa sentada em cadeira de rodas percorrendo todos os cômodos da casa, planejada para melhorar a habitabilidade, o conforto e permitir total acessibilidade.
"Há também no estande, aberto à utilização dos visitantes, um jogo eletrônico (com joystick) que ilustra as facilidades que uma moradia baseada no Desenho Universal apresenta, ou seja, o uso prático e adequado dos espaços individuais, coletivos e públicos, inclusive, criando as condições para as necessárias adaptações. O resultado é acessibilidade, segurança e qualidade de vida para todos, inclusive para portadores de deficiência", completa o secretário. Obtido a partir de estudos e ações para todos os usuários possam utilizar a moradia e os espaços coletivos e públicos da melhor forma , esse novo padrão vai atender a população em geral e, principalmente a população idosa e portadores de deficiência.
Habitação Inclusiva
O atendimento a famílias com portadores de deficiência (física, visual, auditiva ou mental) é feito pela CDHU desde 1996, antes mesmo de a Lei nº 10.844, que institui a reserva de 7% a esse grupo social, ser aprovada em 2001. Para facilitar a vida dos deficientes, proporcionando-lhes mais autonomia, são feitas adaptações arquitetônicas nas unidades habitacionais. Nessas residências, os banheiros, por exemplo, são maiores e possuem barras de apoio na porta, próximas ao sanitário e ao chuveiro. A Adaptação na portas, apesar de medida simples, remove uma das grandes barreiras na vida da pessoa com deficiência motora. As portas com 70 cm de largura, que impedem a passagem de cadeiras de rodas, são substituídas por portas de 90 cm de largura, o que facilita a circulação e o acesso a todos os espaços da moradia.
Em sua sétima edição, a Reatech apresentou as novas tecnologias, equipamentos e serviços, fornecedores do Brasil e do exterior em busca de parceiros, personalidades importantes do universo das pessoas com deficiência, órgãos públicos, entidades e empresas. Outras informações: http://www.reatech.tmp.br/
Reportagem públicada no Jornal Tá na Mão, Sorocaba, 11 de maio de 2008.

08 maio 2008

Aniversário do Mês

Olá Time UPEM,

Depois do festival de aniversários do mês de abril no grupo agora no mês de maio temos apenas um aniversário. A D. Maria (mãe da Marlene) estará completando anos no dia 13.

D. Maria meus votos de muitas felicidades, saúde e paz.

Beijos.

06 maio 2008

Milho de Pipoca

Olá Time UPEM,

No nosso último "emcontro" a Lúcia Maria levou esse texto e como muitos gostaram achei que seria legal colocá-lo no blog







Milho de Pipoca





Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.

No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.

Texto do livro “O amor que acende a lua” de Rubem Alves